Na quarta-feira, 4 de novembro de 2026, um tornado atingiu a região do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, localizado em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, durante uma forte tempestade que afetou o estado. O fenômeno meteorológico causou danos significativos à infraestrutura do terminal, incluindo a destruição de materiais, quebras de vidros e danos em estruturas metálicas.
Confirmação do fenômeno pela Defesa Civil
A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a ocorrência do tornado após análises de dados meteorológicos, que incluíram imagens de radar identificando características de rotação associadas à tempestade. O tornado se formou em um contexto de instabilidade atmosférica, com chuvas intensas e rajadas de vento em várias áreas do estado.
Danos no aeroporto e suspensão de operações
Os ventos fortes causaram estragos em diversos pontos do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, afetando partes da cobertura e estruturas metálicas, além de danificar vidros. Como resultado, as operações no aeroporto foram suspensas temporariamente para uma avaliação dos danos e das condições de segurança. A concessionária responsável pelo terminal orientou os passageiros a entrarem em contato com as companhias aéreas para informações sobre voos e remarcações.
Impactos na cidade de Chapecó
Os efeitos da tempestade não se limitaram ao aeroporto. Em Chapecó, foram registrados diversos transtornos, como quedas de árvores, destelhamentos e danos a várias edificações. Equipes de atendimento e órgãos de proteção civil estão monitorando a situação e iniciaram o levantamento dos prejuízos causados.
Condições climáticas em Santa Catarina
O tornado em Chapecó ocorreu em um dia marcado por instabilidade climática em todo o estado. Outras regiões, como a Serra Catarinense, também enfrentaram chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos de terra. As autoridades recomendam que a população esteja atenta aos avisos meteorológicos, evite áreas de risco e siga as orientações da Defesa Civil.
A situação evidencia a necessidade de atenção a eventos climáticos extremos em Santa Catarina, que têm se tornado cada vez mais frequentes nos últimos anos.







