O caso da estudante de pós-graduação Catarina Kasten, assassinada em uma trilha de Florianópolis, avança para o júri popular. O julgamento de Giovane Correa Mayer, acusado de feminicídio, ocorrerá no dia 3 de dezembro.
Confissão e crimes atribuídos ao réu
Giovane Correa Mayer, natural de Viamão (RS), está preso e confessou os crimes relacionados à morte de Catarina, de 31 anos. Ele responde por feminicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em 1º de dezembro do ano passado e aceita pela Justiça quatro dias depois. A pronúncia ocorreu em 8 de maio de 2026.
Contexto do crime
Catarina Kasten foi atacada enquanto se dirigia a uma aula de natação na Praia do Matadeiro, no Sul da Ilha, no dia 21 de novembro de 2025. A brutalidade do crime chocou a comunidade local, e a Justiça decidiu levar o caso a julgamento devido à gravidade dos atos cometidos, que incluem asfixia e outros métodos que dificultaram a defesa da vítima.
Sobre a vítima
Catarina era uma professora de inglês graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde concluiu a formação em Letras-Inglês em 2022. Antes de se dedicar ao curso de Letras, Catarina cursou Engenharia de Produção e foi ativa no Centro Acadêmico Livre do curso (Calipro). Na época de sua morte, estava em um programa de pós-graduação.
Repercussão e próximos passos
O caso de Catarina Kasten gerou grande comoção e continua a ser um tema recorrente nas discussões sobre violência contra a mulher. O julgamento de Giovane Correa Mayer representará um momento importante para a busca de justiça e para alertar sobre a necessidade de combater a violência de gênero em todas as suas formas.







