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CNA debate regras e metas climáticas para o agro em Brasília

Encontro técnico avaliou o uso de padrões internacionais de sustentabilidade na rotina da produção rural do país.

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CNA debate regras corporativas para emissões e metas climáticas em Brasília
Imagem criada por inteligência artificial — Foto: Reprodução/Canal Rural — Agricultura

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na quinta-feira (5), em Brasília, o Workshop sobre Contabilização de Emissões Corporativas de Gases de Efeito Estufa (GEEs) e Metas Climáticas. O evento reuniu equipes de diversas áreas do Sistema CNA/Senar com o objetivo de analisar metodologias e instrumentos voltados à criação de inventários de emissões e ao estabelecimento de metas ambientais.

Estratégias para o mercado de carbono De acordo com a CNA, a ação teve a finalidade de incentivar o debate acerca das principais referências globais de contabilização de emissões e fixação de metas de corte. A intenção da entidade é consolidar a posição do setor agropecuário frente aos obstáculos e às perspectivas vinculadas à pauta climática e ao mercado de carbono.

Adaptação à realidade nacional A confederação sustentou que a agropecuária do Brasil faz parte das respostas para o combate às mudanças climáticas. Paralelamente, ressaltou que os parâmetros e critérios para mensurar as emissões de GEEs no território nacional devem refletir as particularidades da produção agropecuária do país.

Padrões globais em pauta Os debates do evento tomaram como base os indicadores internacionais GHG Protocol e SBTi FLAG. O consultor Fábio Marques conduziu a apresentação de ambos os tópicos e discutiu ainda os requisitos para a permanência de créditos de carbono.

O GHG Protocol define diretrizes e normas para o cálculo e a divulgação de emissões de gases de efeito estufa por parte das corporações, funcionando como base para a montagem de inventários empresariais. Por sua vez, a SBTi FLAG concentra-se na fixação de metas de diminuição de emissões ligadas aos segmentos florestal, de uso do solo e agropecuário.

O encontro promovido pela entidade priorizou as referências globais para o cálculo de emissões corporativas e a criação de metas climáticas, buscando adaptar tais exigências à realidade da agropecuária brasileira.

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